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Segmentação no mundo do marketing digital

05 abr Segmentação continua em pauta no mundo do marketing digital

Segmentação virou o “burburinho” do momento. No mundo do e-mail marketing esse conceito tem reinado soberanamente. Mas, apesar de tanto blá, blá, poucas empresas têm se preocupado com o benefício dessa ação. Um dos motivos é a falta de conhecimento do que é a segmentação, como trabalhar com esse foco, como analisar os dados gerados e o que fazer com os mesmos. É realmente é um trabalho bem amplo, mas o retorno tem a mesma dimensão.

Então, convidamos você a conhecer um pouco mais do universo da segmentação!

Segmentação! Um bicho de 7 cabeças?

A segmentação é a sensibilidade para perceber e interagir com as individualidades, ou seja, com aquilo que já é claro: somos diferentes. No caso do e-mail marketing, comunicação que mais se tem baseado na segmentação, pode ser usada duas maneiras para se distinguir as informações e agrupar os contatos. Uma delas é feita pelos dados. Nesta, usa-se informações como idade, sexo, renda, região geográfica, nível de escolaridade, quais produtos já foram adquiridos, qual o tíquete médio gasto na loja, entre outros. A outra forma de se separar contatos é por meio do comportamento. Por exemplo, você comercializa livros . Existem pessoas que clicam mais nos títulos de romance, outras adoram a categoria policial, e outros ainda se interessam mais por autoajuda. Neste exemplo, já poderíamos formar três grupos distintos: romance, policial e autoajuda.

Quais são os benefícios?

Com a segmentação, o e-commerce poderá criar mensagens com conteúdo mais focado e que seus contatos tenha maior afinidade e interesse, o que refletirá em maior taxa de abertura do e-mail e, consequentemente, vendas. Outra vantagem para a loja é que a segmentação também reduzirá as taxas de opt-out, uma vez que o conteúdo irá mais de encontro à necessidade e interesse do usuário.

Tá! E agora, por onde começo?

O primeiro passo é escolher como segmentar. Tenha mente as variáveis do seu negócio que deverão ser categorizadas. Não comece segmentando tudo o que é possível, vá dividindo as categorias aos poucos para conseguir controlar as reações e analisar os resultados. Assim, determine os elementos que são mais importantes. Sexo? Idade? Maior interesse nos calçados que nas roupas? Selecione. Depois de um período continue a segmentação. Por exemplo, no Brasil, o grupo que tem maior interesse em calçados pode ser dividido, de acordo com a época do ano, por localidades. Afinal, é bem mais difícil, para não dizer impossível, uma cearense adquirir uma bota e uma gaúcha uma rasteirinha no inverno.

E o remarketing?

O remarketing é também uma segmentação para o envio de conteúdos específicos. O conceito vai um pouco mais além, mas em resumo nada mais é do que promover ações direcionadas para o público que já foi estimulado por estratégias de marketing anteriormente. Assim, um grupo que já abriu o e-mail e chegou ao carrinho de compras, mas não concluiu a venda, pode precisar apenas de um “empurrãozinho” para concluir a compra. A loja também poderá criar um grupo para os contatos que já adquiriram, oferecendo um benefício para a próxima compra ou mesmo oferecendo um produto que se associa ao que foi comprado anteriormente. Por exemplo, foi comprado uma máquina fotográfica e agora pode-se oferecer um tripé.

Trabalho dá, mas não é um “bicho de 7 cabeças”. Várias combinações e regras podem ser feitas de acordo com as estratégias de comunicação da empresa. Com a disputa de mercado e os usuários cada vez mais com a caixa de e-mail lotado, é preciso criar meios para chamar a atenção e ser ouvido.

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