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Imagens dos produtos na loja virtual fazem parte do processo de compra

segunda-feira, 1 de abril de 2013

conversão de compra tem relação com a imagem

A imagem do produto é a máxima representação que o consumidor terá daquilo que almeja adquirir, por isso ela deve passar “confiança”

O que faz você decidir por um produto comprado no mercado virtual? Preço, confiança no site, gosto pela marca, descrição do produto. Sim, são vários elementos que associados trabalham para alcançar a conversão. E um desses, não menos importante, mas muito esquecido para a conclusão do processo de compra, é a qualidade da imagem.

A imagem do produto é a máxima representação que o consumidor terá daquilo que almeja adquirir, por isso ela deve passar “confiança”. Confiança essa que, muito provavelmente, não será alcançada com fotos de baixa qualidade, sem zoom, de produtos danificados ou até mesmo imagens que são um desenho e não uma foto.

Uma das grandes vantagens do comércio offline frente ao online é a possibilidade do cliente poder tocar, experimentar, visualizar o produto. Como isso é impraticável no e-commerce, as empresas precisam aprender a usar vários recursos para tentar suprir essa necessidade.

    1.    Mostre o produto por completo

Muitas lojas para reforçar aquilo que é diferencial no produto, fazem fotos apenas com esse foco. Isto é importante sim, mas não se deve esquecer do restante do produto. Por exemplo, uma máquina de lavar roupa que tem um novo processo de lavagem e de distribuição dos produtos. Não basta ter imagens apenas dessas novidades. O comprador vai querer visualizar todo o produto, mesmo que seja extremamente parecido com os outros.

  2.    Mostre o produto sendo usado

Além de selecionar imagens do produto por completo e dos seus detalhes, escolha também fotos em que o produto está sendo usado ou como ele poderá ser utilizado. Se é uma roupa, calçado, é importante ter uma modelo com a mesma. Caso seja um aparelho celular, pode-se mostrar uma mão segurando-o para que a pessoa tenha ideia do seu tamanho.

É claro que a loja precisa apresentar a descrição do produto, dizendo o tamanho da saia, o salto daquele sapato e a dimensão da tela do celular. Mas, mostrar o produto sendo utilizado, aproxima o cliente e permite que ele o visualize de uma maneira mais afetiva. Por exemplo:

 

 −    Uma loja de alimentos e brinquedos para cães e gatos:
Na loja 1: as fotos são apenas dos produtos
Na loja 2: as fotos são dos produtos e também da sua associação com os animais

 −    Uma loja de vinhos e bebidas refinadas:
Na loja 1: as fotos são apenas das garrafas de bebidas
Na loja 2: as fotos são das garrafas de bebidas e também de alimentos e pessoas em situações apropriadas para o seu uso.

 

As lojas dos exemplos dois, além da informação sobre o produto, poderão criar elos de afinidade. “Eu vou comprar essa ração. O cachorro da foto é muito parecido com o meu” ou ” Essa bebida combina direitinho com o prato que eu estava pensando em fazer”, podem ser alguns dos muitos pensamentos que direta ou indiretamente afetarão o consumidor positivamente ao visualizar as imagens disponíveis. Assim, os produtos ambientados humanizam e ajudam o cliente a visualizá-lo em seu próprio contexto.

    3.    Mostre o produto de maneira original
O ideal é que a loja tire as suas próprias fotos e não dependa somente de fotos do fabricante. Essa troca possibilitará que se explore mais o produto e, depois será possível identificar que tipo de foto vende melhor.

    4.    Mostre o produto em vídeo
Lembre-se que um vídeo também é imagem, na verdade é a soma de várias imagens, certo?! Além de ser mais uma possibilidade de demonstrar seu produto de maneira original e criativa, o vídeo ainda proporciona credibilidade à loja. Ele dá a sensação da real existência de um e-commerce confiável e  que oferece bons produtos.
O vídeo também pode servir de anúncio ao ser divulgado nas redes sociais, blogs e outras mídias da loja. Só tenha cuidado com a sua produção, pois essa é uma ótima arma, mas é preciso saber usá-la. Assim, aprenda a manuseá-la de maneira correta para não dar um “tiro no pé”.

 

Inove! Seja criativo! Faça o seu ambiente virtual um lugar aconchegante, que atraia seus consumidores. Assim, como no mercado offline, a vitrine, os manequins são essenciais para as vendas, na loja virtual, as imagens também fazem parte do processo de conclusão de compra.

Hookit, a nova plataforma de social commerce

quinta-feira, 14 de março de 2013

A explosão do e-commerce e do uso das redes sociais pelos brasileiros têm impulsionado muitos empreendimentos criativos. Para seguir às tendências desse mercado, surgiu o Hookit. Idealizado por Vinícius Dambros, diretor de arte da empresa, o Hookit é uma plataforma de social commerce que remunera pessoas e e-commerce de moda e design.

De acordo com Vinícius, a empresa sentiu a necessidade de desenvolver uma ferramenta que motivasse ainda mais os compartilhamentos nas redes sociais, já que depois da venda, essa é a ação mais desejada pelos lojista digitais. Assim, o usuário cria seu login, hooka, ou seja compartilha os produtos do e-commerce que estão no hookit. Os amigos desse usuário compram o produto, e o usuário ganha uma comissão pela venda do mesmo.

 

redes-sociais-ecommerce-moda

Clique na foto e veja em detalhes o funcionamento do hookit, assim como as vantagens tanto para o lojista como para o consumidor.

 

Para Rodrigo Pareja, publicitário e sócio-diretor da tolv12, o uso do hookit se aproxima muito das necessidades e dos hábitos dos brasileiros apontadas pelos estudos que relacionam redes sociais e e-commerce. “As pesquisas* apontam que os brasileiros tem o hábito de recomendar produtos em seus perfis da rede social, e o mais importante é que os conectados confiam na recomendação dos amigos. Com a recompensa financeira, provavelmente os compartilhamentos aumentarão e automaticamente as vendas”, comenta Pareja.

Os e-commerces de moda são o foco do Hookit. O setor modista, segundo uma pesquisa publicada na Revista Exame, é o que mais interage nas ações digitais, com um índice de 25,5%, seguido pelo de eletrônicos, com 14,3%, e comunicação, com 11,3%. Além desse fato, os relatórios de estudos do e-bit, indicam que a venda multicanal é uma forte tendência para o e-commerce de moda. Os varejistas tem investido cada vez mais em diferentes canais para comercializar os produtos. Assim, entram a loja virtual, as redes sociais, os comparadores de preço, os blogs , e também os social commerce. Os resultados apresentados pela e-bit concluiram que sejam quais forem os meios, eles trazem mais resultados quando se completam.

Um fator que vale destacar no Hookit é que os e-commerces não tem custo inicial para a divulgação dos seus produtos na plataforma. O funcionamento se dá por conversão de vendas, ou seja, o e-commerce só paga se vender.

Para saber mais acesse: http://hookit.cc/

 

*A Rakuten, em uma pesquisa global independente sobre as tendências de compra, mensurou que 63% dos brasileiros têm recomendado produtos por meio de uma rede social.

Uma pesquisa da Nielsen informou que 90% dos conectados no Facebook confiam na recomendação de amigos.

Loja virtual da Victorinox Brasil está no ar!

segunda-feira, 11 de março de 2013

Publicamos hoje o e-commerce da VICTORINOX BRASIL. A loja virtual comercializa a partir de hoje produtos Victorinox, mas também outras marcas como Wenger, Bushnell, Caran d’Ache, Tasco, Cross, Maglite.

Victorinox - Loja Virtual

Victorinox – Loja Virtual

E-Commerce brasileiro continua em ascensão acelerada

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Quanto desse crescimento sua loja tem aproveitado?

 

O valor ainda não foi confirmado, mas o e-commerce brasileiro faturou em 2012 cerca de R$ 23,5 bilhões. A previsão para 2013 é um valor ainda maior, R$ 28 bilhões. No últimos dez anos o mercado de varejo online se consolidou, apresentando crescimentos consecutivos, ano após ano, como você pode conferir no gráfico abaixo.

 

crescimento do mercado online no brasil de 2001 a 2012

 

Consequentemente, o número de consumidores também aumentou. Em 2001, eram 1,1 milhão. Atualmente esse número já alcançou os 43 milhões.

 

crescimento dos consumidores online no Brasil

 

O Brasil chega em 2013 com um grande potencial de investimento em e-commerce. A previsão é que até 2014 o mercado online cresça 30%. No entanto, ter lucros com vendas pela internet não é tão simples como os números apresentam. A impressão que dá é que simplesmente ter um site e produtos a oferecer já garantem o faturamento sonhado no final do mês. Mas, existem muitos obstáculos pelo caminho.

 

Como qualquer outra atividade comercial, a loja virtual precisa ser bem planejada. As ações devem envolver muita criatividade e foco para encontrar espaços e oportunidades que farão o negócio se concretizar. O mercado hoje conta com várias ferramentas para divulgação da marca, relacionamento; fidelização do cliente; direcionamento de conteúdo e ofertas; recebimento de críticas, sugestões e elogios; como também para gerar vendas. Pode-se trabalhar com anúncios patrocinados, e-mail marketing, ferramenta de chat, redes sociais, blogs, fóruns, e o próprio site. Todos são aliados da loja virtual, entretanto, para obter cada resultado das diversas ações citadas existe uma maneira de se comunicar.

 

De acordo com a e-Bit, empresa especializada em pesquisas sobre o mercado do e-commerce no Brasil, o crescimento das vendas não tem sido acompanhado pela formação de mão-de-obra. Assim, muitas empresas, para economizar, investem em pessoas despreparadas que acabam dispersando as ações de marketing e aumentando os gargalos das conversões.

 

Os dados de crescimento do comércio digital no Brasil favorecem, mas é preciso ter paciência, buscar as melhores ferramentas e bons profissionais para se tornar a parte positiva das estatísticas.

 

Fonte: ebit – www.e-commerce.org,br

Descrição do produto: mudanças que aumentam a taxa de conversão

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

 

ecommerce-como-descrever-produtos

O conteúdo qualificado e exclusivo é um dos muitos fatores do SEO que o Google dá valor para determinar o ranking da página.

 

Imagine que você está em uma loja para comprar uma televisão. O vendedor chega e te apresenta alguns modelos informando que a reprodução das imagens é feita por LEDs, elas pesam 12 quilos, e seus recursos de áudio são Dolby Digital Plus; Dolby Pulse; SRS TheaterSound; dts 2.0 + Digital Out; etc. Não sei quanto a você, caro leitor, mas o fato é: poucos entenderiam as vantagens de som e imagem desses televisores.

 

Felizmente essa não é uma realidade no comércio fora da web. Se algum vendedor nos atendesse assim, pensaríamos estar participando de alguma pegadinha. No entanto, para escrever essas informações anteriores sobre a televisão, acessamos alguns sites e…é assim que muitos lojas virtuais nos atendem.

 

As informações descritivas sobre produtos são importantes sim, mas vale lembrar que o fabricante a oferece para todas as lojas. Assim, o conteúdo disponibilizado, além de só trazer conhecimento técnico ao cliente, não é exclusivo. E conteúdo único é de grande valor na hora de ganhar a classificação de página do Google. Assim, como nas lojas offline, ganha a venda aquela loja cujo vendedor mostra conhecimento sobre o produto, apresenta as vantagens e desvantagens em uma linguagem simples e clara para o cliente.

 

No mundo virtual o conteúdo pensado e escrito de maneira estratégica pode também trazer mais conversões. Um texto que destaque as funcionalidades, os prós, um comparativo de produtos e marcas, entre outras possíveis dúvidas, fará com que os mecanismos de buscas do Google deem mais relevância, aumentando a taxa de visualização do site e, consequentemente, as conversões.

 

O conteúdo qualificado e exclusivo é um dos muitos fatores do SEO que o Google dá valor. Essa é uma grande vantagem, mas oferecer um bom texto também cativa clientes e traz um grande crédito para as lojas web. A lógica é: se você conhece o produto no qual escreve então, a facilidade de mostrar os prós ficam mais latente em seus textos, e isso seduz o cliente.

 

Fica a dica: atente-se ao conteúdo do seu site, pois é a primeira forma de se comunicar diretamente com seu público-alvo. Não deixe essa ação para depois, contrate alguém ou uma agência para trabalhar o conteúdo da sua loja virtual.

Integrações de Pagamentos no e-commerce: o que você precisa saber

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

 

integradores de pagamento pra e-commerce

Existem três tipos de modalidades de pagamento em e-commerce: integrações diretas, intermediadores de pagamento e os gateways de pagamento.

 

A escolha de uma boa forma de pagamento tanto para o lojista como para o consumidor faz parte do planejamento de quem deseja ingressar no e-commerce. Atualmente, existem três tipos de modalidades: direto (as integrações diretas), intermediadores de pagamento e os gateways de pagamento.

 

  1. Integrações Diretas

Essa é a maneira mais antiga de integração de pagamento. Aqui, estamos nos referindo às redes Cielo, Redecard e aos bancos (para transferências online, débito em conta, boletos bancários e alguns tipos de financiamento com crédito pré-aprovado). A transação será efetuada diretamente com a rede escolhida e o lojista receberá o valor de acordo com a negociação feita com o banco/operadora. Normalmente, o pagamento é realizado das seguintes formas:

- compras à vista no cartão: o proprietário receberá o valor integral;

- compras parceladas: o proprietário receberá o valor parcelado ou pagará mais uma taxa para fazer a antecipação do pagamento.

- compras com boleto: a taxa varia entre R$ 2,00 a R$5,00 e o recebimento do valor segue as regras da compensação bancária.

Vantagens:

  • Avaliação de crédito por parte do lojista, ou seja, maior possibilidade de aprovação de pagamentos; e
  • Menores taxas: entre 4 e 5% para cartões, dependendo da negociação.

Desvantagens:

  • Maior risco de chargebacks / fraudes; e
  • Descentralização do controle de pagamentos / financeiro.

 

  1. Intermediadores de Pagamentos

Essa opção é muito utilizada por pequenas lojas virtuais, geralmente aquelas que possuem um ticket médio que varia entre R$150,00 e R$ 200,00 ou que possuem um baixo volume de transações. Os mais conhecidos são: PagSeguro e Paypal. Os lojistas que optam por esse integrador tem como vantagens:

 

  • diversos meios de pagamento sem precisar de convênios diretos com bancos e operadoras;
  • garantia contra fraudes, pois o próprio intermediário faz o controle e assume os riscos;
  • o valor, mesmo das vendas realizadas com parcelamento, é depositado integralmente em até 14 dias;
  • a conciliação financeira é bem simplificada, sendo realizada por meio de um único painel de controle; e
  • implantação simples e rápida, pois as telas de checkout são feitas para diversas plataformas.

 

Mas, como “nem tudo são flores”, existem algumas reclamações. A mais comum é o alto número de vendas negadas pelo intermediário. Outros inconvenientes são: aumento dos carrinhos abandonados pelo fato do pagamento ser feito fora do site e a necessidade do cadastro adicional no integrador, demora na aprovação das vendas e as altas taxas dos integradores que variam entre 5,4% a 7% para o cartão de crédito e 1,9% a 2,9% para o boleto e débito.

 

  1. Gateway de Pagamentos

Esse sistema é utilizado principalmente para reduzir tempo e custos de desenvolvimento e operação. O gateway de pagamento é mais utilizado por médias e grandes empresas devido a necessidade de ter maior controle sobre o pagamento. Os Gateways atuam como um conector da loja virtual com as operadoras e bancos e se adaptam facilmente a muitos tipos de processos de checkout e cobrança. O integrador ainda proporciona benefícios como a compra com um clique, o pagamento com dois cartões, cobrança recorrente, conciliação financeira e estorno de pagamentos.

As grandes desvantagens do gateway são a falta do controle de fraudes e a necessidade de ter convênios com as operadoras de cartões e bancos, cujos contratos podem levar de 30 a 60 dias para serem efetuados. É importante destacar que os pacotes de recursos e serviços variam muito, assim como as taxas pagas pela transação e para os serviços adicionais.

 

Para escolher o tipo ideal de integração de pagamento para o seu negócio, é preciso avaliar, inicialmente, o ticket médio, a quantidade de transações, o tipo de mercado e o tamanho da empresa. A avaliação desses e de outros fatores juntamente com as vantagens e desvantagens de cada integração pemitirá ao lojista e à agência responsável concluírem qual será a melhor opção naquele momento.

 

É indispensável avaliar as três opções, pois não há regras. Busque parceiros capacitados para orientá-lo nessa decisão.

 

 

E-Commerce: por onde ele andará em 2013?

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
mudanças e inovações nas compras pela internet

Mudanças no e-commerce trarão mais possibilidades de interação e lucro aos lojistas.

Já nos primeiros dias de fevereiro são nítidas as mudanças que envolverão o e-commerce neste ano. As compras pela internet já estão incorporadas à rotina dos brasileiros e, com o aumento da demanda, da inserção de novos mercados, e das diversas maneiras do internauta se interagir com uma loja virtual, surgem situações que necessitam de ajustes, criação de novas funcionalidades e busca de novos caminhos. Confira algumas tendências e adapte-se.

 

Dispositivos Móveis

O foco de 2013 será o mobile. O final de 2012 já apontou indícios da expansão do uso de celulares com acesso à internet e da popularização dos tablets. Os gestores de e-commerce terão que redefinir vários pontos como meios de pagamento, experiência de navegação, layout e comunicação.

 

Agregação de mais tecnologia

Consumidor espera e de certa forma, exige cada vez mais informação sobre o produto. Não somente em texto, mas também em imagens e vídeos. É esperado uma nova leva de recursos técnicos que permitirão a integração desses conteúdos, além de outras formas de interação com as diversas mídias sociais.

 

Layout Responsivo

Já passando de tendência para uma obrigação, esse é um item essencial na escolha de uma plataforma de e-commerce. Ainda mais com a ascensão das venda por meio dos dispositivos móveis, ter um layout responsivo será uma imposição do mercado, uma questão de sobrevivência.

 

Segmentação e Customização

Toda comunicação com os clientes, seja nas ações de e-mail marketing ou nas redes sociais tenderão a ser mais personalizadas. Todo esse trabalho tem começado e levado em consideração a experiência anterior do usuário.

 

Redes Sociais

Mais e mais as redes sociais ainda serão destaque em 2013. Uma das inovações será a possibilidade de listas de desejos, que poderão ser montadas diretamente das redes sociais e ficarão disponíveis na lojas virtuais.

 

Hotsite para e-commerce

Este é um espaço virtual criado para a divulgação de campanhas e promoções da loja. É uma estratégia que cria um ambiente bastante propício para a conversão de vendas, pois apresenta a promoção e os produtos de uma foma clara e objetiva. Isso impede que o cliente se desvie da compra.

 

Além dessas, outras novidades são o surgimento de mais agregadores e o seu uso mais intensificado, os blogs especializados em conteúdos sobre produtos e estabelecimentos, e o aprimoramento da logística. É nessa avalanche de prospectivas alterações, que se enquadra mais uma: a profissionalização das equipes técnicas e administrativas.

Todas essas alterações acompanham o grande fluxo das compras online. E como tantas possibilidades de se conectar está cada vez mais fácil alcançar e conquistar os consumidores virtuais.

Chat Online pode gerar mais conversão de vendas

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Acompanhamento em tempo real, captação de contato e atendimento fora do expediente são outras das vantagens

Vantagens do atendimento online

O atendimento online, soluciona problemas, tira dúvidas específicas, oferece mais explicações sobre o produto/serviço.

Implementar melhorias também é inovar. E proporcionar um chat online para os clientes se encaixa como uma luva nessa proposta. Um sistema de atendimento, além de apresentar um contato mais personalizado, o que cativa o visitante, pode trazer uma série de outras vantagens.

 

1. Maior conversão de vendas

Um bom atendimento pode fazer uma diferença gigantesca na venda, principalmente quando lidamos com a internet. O atendimento online, soluciona problemas, tira dúvidas específicas, oferece mais explicações sobre o produto/serviço. Todos esses fatores geram a boa primeira impressão, ou seja, a credibilidade. A certeza e a satisfação de estar comprando um bom produto, além de conseguir um contato facilmente, caso ocorra algum problema, impede que o interessado procure o seu concorrente.

 

2. Acompanhamento em tempo real do seu site

atendimento personalizado no ecommerce

Saiba mais sobre o tolvnow, acesse: www.tolvnow.com

Uma boa ferramenta de atendimento online precisa oferecer recursos que vão além do chat. Por exemplo, a ferramenta de atendimento da tolv12, o tolvnow, também oferece ao lojista virtual, detalhes do seu visitante, como em qual cidade ele está, qual página está navegando, por qual fonte de tráfego ele acessou o site; caso tenha sido por buscadores, qual palavra-chave ele digitou. Assim, o profissional que estará atuando no atendimento, saberá muito sobre o perfil do possível cliente e o que ele está procurando.

Além disso, com o tolvnow o atendente pode enviar convite de bate-papo, fazer direcionando de página, a fim de ajudar o visitante a encontrar o produto que ele procura.

 

Conheça o tolvshot, a ferramenta de email marketing da tolv12.

Saiba mais sobre o tolvshot em: www.tolvshot.com

3. Captação de contato

Para acessar o chat ou o fale conosco, o interessado precisa cadastrar seu nome e email. Ter um contato do seu público-alvo é super interessante para outras estratégias de comunicação, como o email marketing. Esta que além de fornecer ofertas exclusivas para o seu mailing, é uma forma de relacionamento com o seu cliente.

 

4. Atendimento fora do expediente

Temos que lembrar que a internet funciona 24 horas, no entanto o atendente não estará disponível em todo esse período. Assim, com a utilização da ferramenta mesmo que o atendimento esteja offline, o solicitante poderá deixar uma mensagem com as suas dúvidas. No dia seguinte, atendente poderá fazer o contato solucionando as necessidades do cliente.

 

Caso queira entender melhor como funciona a ferramenta de chat online e como tirar vantagens dessa ação para o seu negócio, clique aqui.

 

Bom atendimento no pós-venda traz até 70% dos clientes para novas compras

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
chat-fale-conosco-conversao-vendas

56 a 70% dos clientes que se queixam retornam a fazer negócios com a loja caso o seu problema tenha sido resolvido.

Os canais de comunicação da empresa com o cliente estão cada vez mais disponíveis. Organizações estão presentes nas redes sociais, disponibilizam e-mails, atendimentos por chat, entre outros, para estreitar o relacionamento com seu cliente.

 

Atualmente, o relacionamento pós-venda não pode mais ser considerado um valor agregado, mas sim uma regra de gestão. É certo que nenhuma loja está isenta de problemas de atendimento, no entanto aquela que tem a capacidade de trazer a solução para o cliente, provavelmente reverterá a impressão negativa do mesmo.

 

De acordo com o Escritório de Assuntos do Consumidor (The Office of Consumer Affairs), em Washington , 56 a 70% dos clientes que se queixam retornam a fazer negócios com a loja caso o seu problema tenha sido resolvido. Quando se refere à conclusão de negócios adicionais, a estatística aumenta para 96%, se o cliente concluiu que a empresa agiu rapidamente na sua solicitação e fez o máximo possível para conquistar a sua satisfação.

 

Tudo é um processo de aprendizado e melhoria contínua das relações empresa e cliente. Planeje ações de relacionamento, treine seus funcionários para o atendimento pós-venda, seja por chat, telefone ou email. Eles precisam saber as informações sobre o produto vendido, a política da empresa, a linguagem que o cliente será tratado. Além disso, não se esqueça que é na pós-venda que se alcança as informações estratégicas que irão dar base às melhorias no processo de venda, além de identificar novas demandas e oportunidades.

 

Assim, torna-se cada mais indispensável, que a empresa esteja disponível em diversos canais de comunicação. Pense e repense em como está o seu atendimento pós-venda, pois ele pode evitar a propagação de más experiências, problemas judiciais com órgãos de defesa do consumidor e ainda transformar um experiência negativa em uma demonstração de seriedade e respeito ao cliente.

 

O bom atendimento resolve os problemas antes mesmo deles surgirem, e minimizam as falhas quando elas acontecem.

 

Facebook, uma rede abandonada

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

 

como usar o facebook empresas vendas

Cerca de 70% das marcas ignoram seus fãs no Facebook

A rede que veio para ser interativa se mostra bastante unilateral, pois 70% das empresas criam o perfil e abandonam a mídia. Assim, um perfil inativo no facebook e, acrescentamos em qualquer rede social, ao invés de ajudar nos negócios pode afundá-lo ainda mais.

Muitos são os erros, mas podemos começar com empresas que, com receio dos posts negativos, fecham seus murais para comentários e perguntas dos fãs.

Outro erro gravíssimo está em questionamentos não respondidos. Pesquisas que já foram feitas sobre este tema concluíram que 7 em cada 10 questionamentos não são respondidos no Facebook. Isso sem contar com a demora para responder. É galera, tempo de interação aceito nas redes sociais é bem diferente do tempo que o correio leva para entregar uma correspondência. Assim, o tempo de resposta é algo extremamente considerado na hora de fechar um negócio, pois esse tem sido um valor que é somado para potencializar a credibilidade da empresa. Infelizmente, o tempo médio de resposta das empresas no Facebook está em torno de 26 horas.

Tenha objetivos ao criar uma rede social para sua empresa. Não pense que só por ter um perfil no Facebook, Twitter, Pinterest, Orkut, Instagram e demais, os consumidores irão comprar seus produtos.

E mais: acompanhe as mudanças. Alguns clientes já estão utilizando as redes sociais como plataformas para o atendimento, é o novo SAC.