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comportamento das mulheres no e-commerce

05 abr Comportamento das mulheres no e-commerce

 Elas são responsáveis por 50,2% do consumo no e-commerce e 53% das pessoas que acessam a internet no Brasil são do sexo feminino. Esses dados somados ao intenso crescimento do setor de moda na web, tem chamado a atenção de empresas de pesquisas. Uma delas, a e-bit, realizou um estudo sobre o comportamento das mulheres na internet.

O levantamento indicou que, apesar do aumento da participação feminina nas compras online, o maior volume financeiro ainda é dos homens, R$393. O tíquete médio das mulheres é de R$289. “Uma das razões para isso é o tipo de produto que cada um consome. A categoria mais vendida para a ala feminina é a de ‘Moda e Acessórios’, já as que aparecem empatadas em primeiro lugar para eles são ‘Eletrodomésticos’ e ‘Informática’, ou seja, mercadorias de maior valor agregado”, justifica a diretora de negócios da e-bit, Cris Rother.

Por onde elas navegam e compram

A pesquisa revelou também outras categorias que as mulheres têm tido grande interesse como saúde, cosméticos, perfumaria e cuidados pessoais, eletrodomésticos, casa e decoração e livros.

Muito já se tem falado do aumento do uso do mobile, mas no caso das mulheres 88.81% ainda usam o desktops.

Maioria das e-consumidoras são da Classe C

Ainda de acordo com os dados da pesquisa, a divisão da intenção de compra por classe social tem os seguintes percentuais:

  • Mulheres da Classe C: é o grande público dos e-commerce, 66,85% utilizam os buscadores para encontrar os produtos que desejam e permanecem mais tempo conectadas, 66,09%.
  • Mulheres da Classe A/B: dos 100% de mulheres conectadas, 31,64% pertencem a esta classe social. Essa parcela da população demonstra intenções de compra 13% menor que a média geral.
  • Mulheres da Classe D/E: essa é a menor parcela do total do público feminino que está sempre conectado, 1,37% e tem 20% menos propensão às compras online.

 

Para Ariádine Morgan, assistente de marketing digital da tolv12, as mulheres têm sido um dos pilares para o crescimento do e-commerce no Brasil. “As estratégias de marketing estão cada vez mais interativas, personalizadas e segmentadas. Isso favorece muito o engajamento e a decisão de compra, principalmente do público feminino, que nas ações de marketing dos nossos clientes é bastante participativo”, acrescenta.

 

Quem vai querer?

O crescimento das e-consumidoras já é um fato. As mulheres estão cada vez mais inseridas no mercado de trabalho, são independentes financeiramente e assumiram o papel de compra nos lares. Afinal, quem pode ir contra elas? Marcas que quiserem “abocanhar” esse público precisam correr. É preciso entendê-lo para que seu atendimento seja feito de forma personalizada e contínua.

 

Outros dados revelados pelo estudo mostram que as mulheres com idade entre 35 e 59 anos são as que estão mais conectadas, 43,29%. Este número é seguido por mulheres de 25 a 34 anos, com 35,94%. As jovens com 18 a 24 anos representam 12,97% dos acessos, ao mesmo tempo que o público na melhor idade, acima de 60 anos, correspondem a 4,23%. As adolescentes com idade entre 13 e 17 anos, tem 2,68% do total desse público.

 

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