Lojas virtuais ganharam novas regras

15 de maio de 2013

 

mudança nas lojas virtuais já está valendo.

O Decreto obriga mudanças no atendimento, na desistência da compra, nas informações e nas compras coletivas.

 

As novas regras para o comércio eletrônico brasileiro já estão em vigor. O Decreto Federal 7.962/13, sancionado pela presidente Dilma Rousseff em 15 de março, passou a valer nesta terça-feira, 14. As medidas têm o objetivo de facilitar o relacionamento da loja com o seu consumidor, pois aquela deverá prezar por informações mais claras e detalhadas.

“ As normas do Código de Defesa do Consumidor (CDC) não estavam sendo cumpridas ou eram postergadas por empresas do setor. As regras reforçam a responsabilidade das empresas na oferta de produtos e serviços na internet”, informa Maria Inês Dolci, coordenadora do Proteste.

Confira o que mudou:

 

  • Informações claras:

Os e-commerce agora precisam exibir em local de destaque e de fácil visualização o seu endereço físico e eletrônico, e outras informações necessárias para sua localização e contato. É preciso também apresentar o CNPJ ou o CPF, quando o responsável pela venda for uma pessoa física.

As lojas online devem descrever as características essenciais do produto ou do serviço, e nestas informações devem constar os riscos que o produto/serviço possa trazer à saúde e à segurança dos consumidores.

O preço de quaisquer despesas adicionais ou acessórios, taxas de entrega e seguro, devem estar discriminados no pedido, antes da conclusão do mesmo. Caso haja alguma oferta, todas as suas condições, incluindo modalidades de pagamento, disponibilidade, assim como a forma e prazo para a execução do serviço ou entrega precisam estar definidas no site.

 

  • Atendimento:

Agora é necessário que a empresa apresente um resumo do contrato antes de fechar o negócio/compra. Neste documento é preciso indicar as cláusulas que limitem os direitos do consumidor. Ainda com relação ao contrato, o lojista tem que disponibilizá-lo em um meio que permita a sua conservação.

A loja web deve fornecer ferramentas eficazes ao e-consumidor que facilitem sua identificação e correção de possíveis erros em etapas anteriores à finalização do pedido. É indispensável também um canal de atendimento para o envio de reclamações, dúvidas e desistência da compra que poderá ser um chat, um e-mail ou um telefone. Lembre-se: o prazo máximo para a resposta desse atendimento é de cinco dias.

Assim que a oferta for aceita, ou seja, o cartão de crédito permitiu a transação, o boleto foi pago ou o serviço acordado, a loja deve confirmar o sucesso da compra com o seu cliente. Esse contato poderá ser feito de forma automática como por exemplo pelo envio de um e-mail.

 

  • Desistência da compra:

Torna-se obrigatório às empresas aceitar o direito de arrependimento dos consumidores dentro de sete dias úteis após a compra. O cliente não precisa dar justificativas, sendo que a retirada do produto, o estorno do valor pago e qualquer outra despesa é de responsabilidade da empresa, ou seja, não há qualquer ônus para o consumidor. O decreto acrescenta que os e-commerce devem informar todos os meios adequados e eficazes para o procedimento de devolução do produto.

Outros casos em que a devolução deve ser aceita sem questionamentos é quando o produto estiver defeituoso ou não adequado para o consumo. Para essas situações a lei prevê o prazo de 30 dias para a reclamação, quando se tratar de bens duráveis, e 90 dias no caso de bens duráveis.

 

  • Compras Coletivas:

Para quem trabalha com compras coletivas os dados obrigatórios para o funcionamento são: quantidade mínima de participação para a ativação da oferta, o prazo para a utilização do cupom adquirido e a identificação do fornecedor/responsável pelo site e pelo serviço/produto.

 

As novas regras estão disponíveis em:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Decreto/D7962.htm

Carrinhos Abandonados: o que fazer para aumentar a conversão?

14 de maio de 2013

 

fatores que fazem o usuario desisitr da compra

Apenas uma média de 1,5% dos visitantes que chegam ao carrinho concluem as compras.

 

Muitos lojistas web se assustam com a alta taxa de abandono dos carrinhos (checkout ou clientes que geraram o boleto e não efetuaram o pagamento), no entanto, pesquisas mostram que até 75% dos e-consumidores desistem das compras no início do checkout. Os 25% restantes ainda não é a porcentagem total que efetuam a compra. Pois muitos ainda largam o carrinho na fase do cadastro, entrega e pagamento. Assim, de acordo com várias pesquisas que já avaliaram o comportamento do e-consumidor brasileiro, apenas uma média de 1,5% dos visitantes que chegam ao carrinho concluem as compras.

Se você está atento às movimentações do seu e-commerce, já observou que essa também é uma realidade na sua loja virtual. Mas, então é esperar, cruzar os braços, afinal essa é uma realidade de todos os e-commerce…

De jeito nenhum! Algumas ações devem ser tomadas para que a conversão do seu site aumente por outros caminhos.

 

  1. Reversão com e-mail marketing

Com essa ação você poderá criar vários tipos de campanhas. A loja pode oferecer, por exemplo, um cupom de desconto ou um brinde como um fator motivacional para o retorno do cliente e a conclusão do pedido. Essa é uma estratégia que sempre proporciona bons resultados. Um exemplo real é de um cliente da tolv12 que oferece um cupom de 10% e nos últimos 30 dias teve uma taxa de conversão de 20%, ou seja, 20% das pessoas que abandonaram o carrinho em algum processo da compra, após receberem o cupom de desconto, retornaram ao site e concluíram sua compra. Este mês esta taxa de conversão está em 30%.

 

  1. Entre em contato com o cliente

Faça um lista aleatória dos clientes que abandonaram o carrinho. Depois de uns 15 dias, faça o contato com eles por telefone. Prepare um formulário pequeno, com algumas perguntas sobre os motivos que levaram à desistência da compra. Geralmente esses motivos estão relacionados ao preço do frete, formas de pagamento, prazo de entrega, falta de informações sobre o produto (tamanho, troca, etc). Assim, defina, antes de fazer o contato, alguns benefícios que você pode apresentar no momento do atendimento. Para aqueles que o nome não foram para a lista, envie um e-mail com um pequeno formulário para saber os motivos que o levaram a desistir da compra e disponibilize todos os contatos da empresa para eles. Quando você receber a resposta, analise-a e, se for preciso, entre em contato, se não, responda as dúvidas e envie ao seu cliente. Não se esqueça de oferecer uma vantagem para que ele venha a concluir seu pedido.

 

3. Aproveite o benefício de uma ferramenta de chat

Para quem utiliza uma ferramenta de chat online, o abandono dos carrinhos pode ser reduzido no mesmo instante da compra. Na ferramenta de chat da tolv12, o tolvnow, por exemplo, você pode criar vários tipos de mensagens para fazer o contato com seu usuário. Por exemplo, você verifica que ele está na página de troca/devolução, ou em formas de pagamento, é possível enviar uma mensagem perguntando se ele tem alguma dúvida sobre essas questões e você poderá solucionar o problema já naquele momento.

 

4. Envie um boleto com uma nova data de vencimento

Existem pessoas que fazem a compra, geram o boleto e realmente esquecem do prazo para o pagamento. Para esses, envie uma mensagem de lembrete e um boleto com uma nova data de vencimento.

 

Sempre é importante mensurar os resultados e toda a ação realizada. Acompanhe o que cada estratégia tem gerado de retorno de conversão e melhore cada dia mais o processo de cada uma delas. Sempre que possível crie estratégias individuais e mais humanizadas, pois essa tem sido uma das principais tendências na conquista da fidelização de clientes.

 

Google ou usuário: qual é a prioridade para o SEO?

14 de maio de 2013

 

o SEO deve se atentar as práticas do google e a navegação e interesses do usuário do seu site.

As informações devem estar alinhadas com as boas práticas do Google e com os interesses do público-alvo.

 

Por incrível que pareça o usuário tornou-se mais importante que o Google.

Ahn?

Lembra-se daquela preocupação em como se posicionar melhor no Google? Ela ainda deve ser considerada, mas o foco principal na web é cada vez mais o usuário. A descrição de um conteúdo, a estrutura visual, as imagens, a linguagem de programação devem estar orientadas com as boas práticas do Google e com os interesses do seu público-alvo.

 

Conteúdo digital alinhado as boas práticas do Google e com foco no usuário

Seja um blog, com posts de artigos ou notícias, ou uma descrição de produto, o importante é que o texto fale diretamente ao seu público, usando a linguagem adequada para atingir a meta desejada.

Algumas dicas:

  1. Realce o título da matéria ou nome do produto e dê as informações principais “logo de cara”.
  2. Divida as informações em tópicos, subtítulos para criar uma estrutura agradável de leitura. Um exemplo para produtos seria: dimensões (guia de tamanho), funcionalidade (dicas para melhor aproveitamento do produto), garantia e informações técnicas, entre outros.
  3. Destaque algumas palavras do texto.
  4. Insira links relevantes nas palavras-chave do texto e links para produtos relacionados, no caso da loja.
  5. Use fotos de qualidade, tabelas, gráficos, vídeos, etc. Essas são estratégias que deixam o texto mais “leve” e para produtos gera credibilidade, proximidade e identificação do consumidor com o objeto desejado.

 

Esqueça o “Ctr + C”

O conteúdo duplicado além de ser uma prática não recomendada pelo Google não oferece nenhuma exclusividade ao seu usuário, ou seja, de cara você já sai perdendo. O foco no seu público-alvo tem toda a relação com a necessidade de ter o conteúdo compartilhado e comentado nas redes sociais. Assim, a novidade é essencial.

Isso também vale para os e-commerce que recebem muitos produtos com a descrição e todas as demais informações do fabricante. Ter um texto além deste, pode ser um detalhe que fará muita diferença na conversão, pois as informações técnicas todos os sites que comercializam o mesmo produto terão.

Dessa maneira, os esclarecimento adicionais sobre o produto, com instruções na linguagem do seu público, permitirão uma aproximação da loja com o futuro cliente. Para entender melhor esse ponto, basta lembrar de quando você entra em uma loja fora da web e é atendido por um vendedor que entende sobre aquilo você deseja comprar, responde suas perguntas e explica todas as funcionalidades. Com essa eficiência no atendimento, tenho certeza que mesmo que você tenha que pagar um pouco mais caro, você irá fazer aquela compra. Assim também é nas lojas virtuais com as informações do produto.

 

Posicionamento natural nos buscadores

Confira algumas dica básicas e coloque-as em prática: já!

  1. Não exagere, mas faça uma lista com as principais palavras-chave relacionadas ao texto. Aplica-as ao texto, mas sem ser excessivo para que não torne a leitura cansativa devido à repetição.
  1. Evite flash.
  2. Faça títulos relevantes, chamativos.
  3. Tenha imagens de qualidade, mas que também sejam “leves” para facilitar a indexação e navegação.

 

Por onde anda o seu cliente antes da conversão…

14 de maio de 2013
caminhos do consumidor antes da compra online

A análise das conversões de seu e-commerce deve levar em consideração todas as mídias pelas quais o visitante passou, e não apenas a última.

 

Uma das características da internet é que ela possibilita um comportamento dinâmico aos seus usuários. Por esse motivo, a análise das conversões de seu e-commerce deve levar em consideração todas as mídias pelas quais o visitante passou, e não apenas a última. Para entender melhor o universo que acompanha as conversão nas lojas virtuais, o Ibope, apresentou uma pesquisa que identifica os caminhos mais comuns do consumidor nos 30 minutos que antecedem suas compras. A pesquisa foi dividida em três grande áreas: Cultura, Multicategoria e Beleza.

 

CULTURA

O Ibope divulgou que 27% dos e-consumidores de livros, CDs e DVDs navegam em redes sociais antes de concluírem a compra. No entanto, nos 10 últimos minutos antes da compra, elas perdem a relevância (17%) e quem ganha espaço são os sites concorrentes (21%). Uma observação importante da categoria de cultura são os buscadores, que também vão sendo mais acessados nos minutos mais próximos à venda.

 

MULTICATEGORIA

No segmento de multicategorias, o estudo verificou que desde os 30 minutos anteriores à compra os concorrentes já são os canais mais acessados (24%), e segue se intensificando até os minutos finais da conclusão de compra (20 minutos antes da compra – 33% e 10 minutos antes da compra 43%). Da mesma maneira que nas lojas que comercializam produtos do departamento de cultura, as mídias sociais estão no topo da preferência de navegação nos 30 minutos antes da conversão (24%), mas nos 10 minutos finais elas perdem essa atenção (15%) para os buscadores (16%).

 

BELEZA

O fluxo de navegação de quem adquire pela web os produtos de beleza como cosméticos e perfumes tem uma forte presença nas mídias sociais. A pesquisa aponta que o interesse de muitos e-consumidores começa nas redes sociais (27%). Nesta categoria, elas perdem também o espaço no decorrer da compra, mas a redução de interesse é bem menos acentuada que nas categorias anteriores (multicategoria e cultura). Os portais se destacam como a mais importante navegação deste processo de compra (25%), seguidos pelos buscadores (21%). A concorrência, para este usuário, só se torna essencial nos últimos 10 minutos que antecedem a compra (17%), mas essa navegação não chega a ser tão importante como os portais, os buscadores e as mídias sociais.

 

Outros canais que aparecem na navegação dos usuários antes da compra são: os blogs e os agregadores. Assim, uma conclusão que se pode tirar dessa pesquisa é a importância de ser multicanal, de estar presente em diversos tipos de canais, uma vez que vários são os pontos que desempenham um papel relevante durante todo o processo de compra.

 

Não despreze a parceria e anúncios em blogs, portais, buscadores e agregadores. Relacione com seus contatos nas redes sociais. E nunca se esqueça dos seus concorrentes. Não visite os sites deles apenas para conferir o preço, mas avalie também as condições de pagamento, entrega, descrição de produtos, fotos, vídeos, navegação do site, promoções e procure assegurar que o seu cliente têm mais vantagens ao comprar pela sua loja virtual.

Ferramenta de atendimento ao cliente da tolv12, o tolnow, está mais humanizada

8 de maio de 2013

Confira como essa novidade pode contribuir para a aproximação do seu cliente com a sua empresa

as novidades no tolvnow vieram para humanizar ainda mais o atendimento

 

Humanizar o atendimento e torná-lo cada vez mais eficiente é um ponto chave na hora de causar uma boa impressão aos clientes que acessam as lojas virtuais. É por isso que, o tolvnow, ferramenta de atendimento online elaborada pela tolv12, que preza por acompanhar as necessidades que o mercado exige, apresenta uma nova versão na janela de atendimento.

 

Agora, o cliente poderá ver uma imagem do atendente e todas as informações necessárias sobre o mesmo. Essa imagem poderá ser uma foto ou até mesmo apresentada ao vivo por uma webcan. Caso, a loja tenha vários departamentos como suporte, vendas, troca e devolução, entre outros, a ferramenta possibilita que cada um tenha também uma imagem para identificá-los.

 

Vários estudos já foram feitos sobre a humanização no atendimento. Nestes, que incluíram o Brasil, foi identificado que 7 em cada 10 compradores prezam por um serviço de atendimento que seja útil; ou seja, que demonstre realmente tentar encontrar a solução; e amigável, ou seja, que seja sensível as suas necessidades particulares. Por essa razão, a pesquisa afirma que o atendimento com “pessoas vivas” é a preferência de 73% das mulheres e 67% dos homens.

Como está a busca de produtos dentro da sua loja virtual?

8 de maio de 2013

 

busca no e-commerce é essencial para

Um detalhe como a encontrabilidade de produtos no e-commerce pode reduzir as conversões.

 

Loja virtuais que desejam aumentar a taxa de conversão, precisam melhorar a busca por produtos dentro do seu site. Uma pesquisa da SLI Systems indicou que, 34% das pessoas que acessam a loja online usam a busca. Quando não encontram o produto que procuram, 43% desses usuários abandonam o site sem ao menos navegar por ele.

Os dados dessa pesquisa trazem a tona a necessidade de sempre analisar como as pessoas procuram os produtos, sem desconsiderar os regionalismos e a diversificação cultural existente no Brasil. Por exemplo, blusas de moleton no Rio Grande do Sul com capuz e bolsos são chamadas de blusas canguru. Muitos gaúchos poderão procurar esse produto com essa palavra-chave no seu site, mas nos demais estados brasileiros será blusa de moletom, camisa de moleton, ou até mesmo de por outra expressão regional.

Existem várias ferramentas e mídias que auxiliam os profissionais na busca por palavras-chave. Destacamos o Google Anlaytics, Google Keyword Tool e as redes sociais como instrumentos de auxílio nas pesquisas.

 

Google Analytics

No caso do Google Analytics, é possível verificar quais as palavras-chave estão sendo usadas para acessar o seu site e verificar se essas palavras constam na sua lista da busca no e-commerce.

 

Google Keyword Tool

Já o Google Keyword Tool, te apresentará uma lista de palavras-chave que mais são buscadas no google e que estão relacionadas ao termo que você solicitou. Da mesma maneira, essa fonte de pesquisa poderá te direcionar a alguns termos que você ainda não tinha relacionado na busca de produto dentro da sua loja virtual.

 

Redes Sociais

As redes sociais podem ser usadas para gerar respostas instantâneas e rápidas. Elas poderão ainda capturar as terminologias de cada região brasileira. Neste ponto, use sua criatividade para interagir com seus seguidores, sem se esquecer de preservar a imagem da empresa e de trazer uma mensagem de acordo com o perfil do seu público.

 

Para Tiago Luz, responsável por desenvolvimento e produtos na tolv12, muitas lojas web perdem as conversões na deficiência da busca, por não implementarem uma busca fonética. “Esse é um detalhe que faz toda a diferença. A plataforma de e-commerce deve ter inteligência embarcada para compensar os erros de ortografia e palavras estrangeiras, principalmente no Brasil, um país continental com tantas diferenças culturais e regionais.”, acrescenta.

Em um momento em que se usa e se investe em diversos recursos para trazer o usuário para conhecer o site, as lojas virtuais não podem se dar o “luxo” de perdê-lo devido a uma implementação incompleta na busca.

Aproveite: Dia das Mães é o segundo período mais rentável para as lojas virtuais

7 de maio de 2013

 

ecommerce tem alto faturamento no dias das maes

As vendas serão mais intensas nos departamentos de eletrodomésticos, moda, saúde e beleza.

 

O Dia das Mães promete ser bastante satisfatório para as lojas virtuais. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce deve movimentar R$1,3 bilhão nesta data comemorativa. Esta estimativa de vendas torna o período o segundo mais rentável para os lojistas virtuais, pois só perde para o Natal, que neste último ano chegou a escala dos R$3,06 bilhões em vendas.

 

“Esperamos um Dia das Mães muito satisfatório para o comércio eletrônico. O e-commerce em geral vem crescendo muito, com o aumento da confiança dos e-consumidores, as lojas on-line estão cada vez mais preparadas para atender as grandes demandas das datas sazonais, com preços atrativos e entregas bem coordenadas”, avalia Maurício Salvador, presidente da ABComm.

 

As vendas serão mais intensas nos departamentos de eletrodomésticos, moda, saúde e beleza. De acordo com a Associação, as compras podem ocorrer até a sexta-feira, 10 de maio.

 

Para comemorar essa data tão especial, as empresas precisam estar preparadas para oferecer boas oportunidades de compra aos e-consumidores e, assim conquistar mais clientes. As lojas virtuais Domínio da Moda e Maad optaram por lançar promoções em suas redes sociais, com o objetivo de engajar seus clientes com a loja. Além disso, os consumidores contaram com um belo desconto para não deixar nenhuma mamãe sem presentes.

 

Rodrigo Pareja, sócio-diretor da tolv12 e responsável pelo planejamento de comunicação e marketing da empresa, afirma que as estratégias de promoções e descontos não devem ser usadas somente para liquidar os estoques, mas também para proporcionar melhores experiências aos usuários, assim como sua fidelização.

 

No momento da venda, todos os detalhes são importantes. Saem na frente empresas dispostas a dar um incentivo, porque dispostos a comprar nós sempre estamos, não é verdade?

 

Leia Mais:

1. Pesquisas contribuem para a identificação de novas estratégias de engajamento no Facebook

2. Preciso aumentar minha carteira de clientes, e agora?

3. Bom atendimento no pós-venda traz até 70% dos clientes para novas compras

Lojas virtuais podem ser obrigadas a ressarcirem em dobro clientes com atraso de entrega do pedido

6 de maio de 2013

 

lei para as lojas virtuais

A restituição para o consumidor poderá ser feita em uma conta bancária ou pelo envio de um cheque nominal.

 

Se o pedido não for entregue até a data estipulada na compra, as lojas virtuais podem ser obrigadas a devolverem em dobro o valor pago pelo cliente. O Projeto de Lei Nº: 5.179/2013 é de autoria do Deputado Major Araújo. O e-consumidor já poderá exigir esse direito a partir do primeiro dia de atraso.

Caso a aprovação seja concretizada, o Projeto ainda prevê, para alguns casos, a possibilidade do cliente, além de receber o valor previsto pela lei, exigir uma indenização por danos morais.

O processo de restituição do valor para o consumidor deverá ser feita em uma conta bancária indicada pelo mesmo. Outra possibilidade é o envio de cheque nominal, sendo que o lojista virtual tem até cinco dias úteis para efetuar o pagamento. Um observação importante é que o empresário deverá guardar o comprovante de pagamento por cinco anos.

Veja na íntegra o Projeto de Lei Nº: 5.179/2013:
Art. 1º Esta lei obriga a devolução em dobro do valor pago por produto adquirido pela rede mundial de computadores – Internet – quando não entregue na data marcada.
Art. 2º O fornecedor de produtos ofertados pela Internet fica obrigado a restituir o valor pago em dobro quando não entregar o produto adquirido pelo consumidor até a data acordada no momento da compra.
§ 1º A devolução deverá ser feita em conta bancária indicada pelo consumidor ou pelo envio de cheque nominal a ser entregue ao consumidor no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis em qualquer dos casos.
§ 2º O fornecedor é obrigado a manter o comprovante do pagamento da devolução pelo período de 5 (cinco) anos.
§ 3º O pagamento referido no caput não impede o consumidor de pedir em juízo indenização por danos morais.

O que fazer para dar mais credibilidade ao seu e-commerce

15 de abril de 2013

 

credibilidade no site

Design, selos e certficados, conteúdo e pós-venda são itens essenciais para gerar credibilidade ao site.

 

Apesar do expressivo avanço do e-commerce no Brasil, em 2012 o país apresentou 20% de crescimento, a finalização da compra ainda causa insegurança a muitas pessoas. Fornecer dados de cartão, ter certeza da idoneidade da empresa, acreditar na qualidade do produto, duvidar da entrega no tempo estipulado e a política de troca da loja são alguns dos receios dos consumidores.

O que fazer para impedir que os usuários do seu site não mudem o curso da navegação e deixem de apertar o botão verde “ confirmar compra”?

 

  1. Comece pelo design do site

O layout do seu site deve refletir a identidade da marca. A diagramação também é super importante, pois um ambiente agradável e organizado com cores bem sugestivas à mensagem que a marca deseja comunicar favorece a conversão. A credibilidade é conquistada em vários aspectos, mas o design do site é um ponto essencial, principalmente na primeira compra.

 

  1. Seja habilidoso e transparente ao escrever o conteúdo

Quanto mais informações sobre a sua empresa, menores serão as dúvidas com relação a sua existência, valores, idoneidade e políticas. Não se esqueça de expor sua história, onde a empresa está localizada, dados para contato, informações sobre o produto, formas e prazos de pagamento, dados sobre o frete e quais são as políticas de troca e devolução. A reação à clareza dessas informações é bastante positiva para a organização.

 

  1. Selos e Certificados de Segurança

Dê uma boa visibilidade aos selos e certificados de segurança que o site possui. É interessante posicioná-los em locais estratégicos, como próximos aos botões de “comprar” e “finalizar compra. O local que eles estarão posicionados pode parecer um detalhe, mas para alguns consumidores é um fator decisivo no momento da efetivação da compra.

 

  1. Explore o seu pós-venda

Crie algumas estratégias de relacionamento para conhecer o perfil dos seus clientes. Você pode enviar uma pesquisa de satisfação, e-mails marketing, oferecer um cupom de desconto para a segunda compra, entre outros. Tenha muito cuidado com as dúvidas e comentários dos clientes com relação ao produto adquirido. A atenção dada com respostas rápidas e esclarecedoras são essenciais para conquistar a confiança do cliente. Assim, verifique com frequência suas redes sociais, fale conosco e e-mail. Esse atendimento tem grande peso na fidelização e recomendação da loja a outras pessoas.

 

O certo e o errado no site mobile

15 de abril de 2013
mobile-ecommerce

Considere e avalie a experiência do usuário com o conteúdo do seu site mobile.

 

O aumento do uso do mobile para navegação e compras na web é uma realidade, mas tem muita gente criando contos de fadas em cima dessa revolução tecnológica. Assim, lojistas, muito cuidado para não sair adotando tendências como regras. Decisões precipitadas podem custar muito caro, por isso tenham dados concisos antes de começarem as mudanças.

Selecionamos algumas propostas que já foram testadas. Confirme se você está no caminho certo ou errado.

 

1. Redução de conteúdo: CERTO OU ERRADO?

ERRADO!

Assustou? Sim, não é o que se fala por aí, mas os dados são de uma pesquisa do Google. Ao analisar os hábitos dos usuários brasileiros e de outros países, a empresa verificou que o maior acesso é realizado em casa. No caso do Brasil, os locais de acessos ficaram na seguinte ordem: casa, trabalho, em uma loja, andando, no ônibus e em cyber café. Assim, ao contrário do que se pensava do uso com mais frequência nas ruas e com conexão 3G, o que se registrou é o maior uso em casa e no trabalho, locais com uma boa conexão wireless.

Sendo assim, o conteúdo ainda é bem relevante para o usuário, esteja ele acessando de um notebook, tablet ou smartphone. Considere e avalie a experiência do usuário com o conteúdo do seu site. Pense em um design diferente, em uma navegação inteligente, com aspecto organizado, mas sem estar reduzido radicalmente seu conteúdo.

 

  1. Informações de localização e contato em destaque: CERTO OU ERRADO?

CERTO!

O Google também avaliou as funcionalidades que o usuário do mobile mais consulta. Segundo a organização, os consumidores procuram informações locais em seus telefones o tempo todo, desde encontrar o posto de gasolina mais próximo até achar uma pizzaria aberta. Assim, ter essas informações em destaque é essencial para as pessoas encontrarem sua loja com mais facilidade. Inclua funcionalidades que ajudem as pessoas a encontrar e chegar até você. As dicas do Google são:

  • Exiba seu endereço ou um localizador de lojas na página de destino.
  • Inclua mapas e rotas. Use GPS para personalizar sempre que possível.
  • Permita que os usuários consultem o estoque de lojas próximas.

 

Caso, sua loja seja somente virtual, destaque os contatos que os usuários podem acessar para consultar as informações desejadas.

 

  1. Reduzir as etapas para a conclusão da compra: CERTO OU ERRADO?

CERTO!

Repense no formulário de cadastro para a conclusão de compra, destaca o Google. Ele deve ser mais resumido, com menor número de campos para o preenchimento. Afinal, concluir a compra deve ser algo facilitado. Lembre-se que no mobile não existe mouse nem teclado. A sensação de uma página grande é muito maior no mobile, por isso que também é importante reduzir os campos de cadastro.

Caso sua loja ofereça um atendimento para vendas por telefone, apresente essa funcionalidade – “click to call” (clique para ligar).

E muito importante: descarte os *captchas em versões mobile.

*Captchas são códigos de verificação de letras e números.

 

  1. Interaja com seu cliente usando animações: CERTO OU ERRADO?

ERRADO!

Errado, porque é preciso ter muito cuidado com essa opção.

Nem todos os dispositivos mobile possuem compatibilidade com o flash.

Assim, evite animações, banners ou menus feitos nessa linguagem. Uma alternativa é o uso do HTML5.

Pense também que essa interação deve gerar resultados positivos, por isso cuidado com os exageros em imagens, textos e vídeos que poderão dificultar o carregamento do site.

 

O mais importante é conhecer o seus consumidores para avaliar o que tem sido mais importante na navegação deles em mobile. O Google Analytics é uma ferramenta que poderá dar várias respostas, mas também é possível conversar com os usuários do site utilizando o e-mail marketing, o chat, uma enquete e até mesmo um pequeno formulário.